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Alfabetização, mesmo tardia, melhora resistência ao Alzheimer

Atualizado: 28 de Abr de 2019

Um ano na escola já é capaz de aumentar a reserva cognitiva, tornando o idoso mais resistente aos sintomas da demência, segundo pesquisa.

A alfabetização na fase adulta - um ano na escola - já é capaz de promover o aumento das conectividades cerebrais. Isso é o que está demonstrando um estudo desenvolvido pela UFMG divulgado no Simpósio Satélite da Conferência da Associação Internacional de Alzheimer (AAIC), em São Paulo.


"A alfabetização aumenta a reserva cognitiva deixando a pessoa mais resistente aos sintomas da demência. Não é que ela não vai ter demência, ela vai ter mais resistência aos sintomas da demência", afirma uma das autoras da pesquisa, Elisa Resende, neurologista do Hospital das Clínicas da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e membro do Instituto Global de Saúde do Cérebro (GBHI).

Leia mais em: https://noticias.r7.com/saude/alfabetizacao-mesmo-tardia-melhora-resistencia-ao-alzheimer-26042019

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